Campus Boa Vista publica material alusivo ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo

por Virginia publicado 02/04/2020 17h15, última modificação 07/04/2020 14h31
O material, espécie de cartilha, é direcionado aos alunos, aos professores, aos técnicos educacionais, aos colaboradores e ao público em geral que tem interesse pelo assunto

Com o objetivo de propor reflexões sobre o transtorno do espectro autista (TEA), o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas do Campus Boa Vista (Napne/CBV) publicou material com informações gerais sobre o autismo, em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado em 2 de abril.

O material,  uma espécie de cartilha, é direcionado aos alunos, aos professores, aos técnicos educacionais, aos colaboradores e ao público em geral que tem interesse pelo assunto.

De acordo com a coordenadora do Napne, Aurea Luiza Azevedo de Miranda, o objetivo é levar conhecimento sobre o tema à comunidade escolar, não somente do CBV, mas de todos os outros campi, alcançando o maior número de pessoas possível, dentro e fora do IFRR. “Este tema é pensado com muito carinho e respeito, pois temos alunos com TEA, colegas servidores que têm filhos com TEA, irmãos e amigos próximos que convivem com pessoas autistas. Com isso, precisamos fomentar as políticas de inclusão no IFRR pensando de forma geral em abraçar a todos. Falar de inclusão na educação especial é falar de amor, e precisamos ter empatia com o próximo, reconhecer seus limites, realizar flexibilização não só do currículo, mas de aspectos relacionados à convivência e à acessibilidade, dando garantias de permanência e êxito. Isso se chama equidade”, disse.

O CBV tem dois alunos com TEA, sendo que um estuda no ensino médio técnico, e o outro no superior. O Napne acompanha esses estudantes desde o momento da inscrição no processo seletivo e no vestibular, passando pela seleção, culminando com a aprovação. “Antes que comecem suas atividades estudantis, já informamos às diretorias, e estas solicitam reuniões com os docentes para darmos início ao planejamento de acolhida. Os alunos ficam mais próximos às respectivas coordenações e estas, sempre que precisam, solicitam o apoio do Napne junto aos estudantes, docentes e até mesmo junto às famílias. É importante ressaltar que esse trabalho não é exclusivo do Napne, mas trata-se de um trabalho coletivo que envolve todos que participam da comunidade escolar”, explicou.

Acesse o material aqui.

 

Virginia Albuquerque
CCS/Campus Boa Vista
2/4/20