Dois campi agrícolas do IFRR participam da 40ª Expoferr

por Rebeca publicado 05/10/2017 10h55, última modificação 11/10/2017 10h28
O Instituto Federal de Roraima vai participar, pela primeira vez, da Exposição Feira Agropecuária de Roraima (Expoferr, por meio do Campus Amajari, localizado norte de Roraima, e do Campus Novo Paraíso, no sul. Os dois são campi agrícolas e atendem aproximadamente mil alunos em cursos presenciais e a distância. O evento ocorre de 5 a 15 de outubro, no Parque de Exposições Dandãezinho

O Instituto Federal de Roraima vai participar, pela primeira vez, da Exposição Feira Agropecuária de Roraima (Expoferr), por meio do Campus Amajari, localizado no norte de Roraima, e do Campus Novo Paraíso, no sul. Os dois são campi agrícolas e atendem aproximadamente mil alunos em cursos presenciais e a distância. O evento ocorre de 5 a 15 de outubro, no Parque de Exposições Dandãezinho.

No período de realização do maior evento do setor agropecuário de Roraima, os professores,  com os alunos, vão apresentar resultados de trabalhos desenvolvidos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, incluindo os financiados pelo IFRR. Os servidores técnicos irão dar apoio no estande.

Durante os dez dias de feira, equipes dos dois campi vão se revezar no estande da instituição, que vai abrigar experimentos dos cursos ofertados. No caso do Campus Amajari, participam os cursos técnicos em Agropecuária e  Aquicultura, além do superior em Aquicultura.

De acordo com o diretor-geral do CAM, George Sterfson Barros, outro ponto alto do estande  será a exposição fotográfica do Programa Mulheres Mil e do laboratório móvel da Rede e-Tec Brasil. A unidade do IFRR atende alunos dos cursos oferecidos pela Diretoria de Educação a Distância por meio dos Núcleos de EaD dos campi.

Barros afirma que, pela primeira vez, o instituto participa da Expoferr, o que vai contribuir para a formação dos alunos, uma vez que eles vão participar dos cursos oferecidos no evento e de atividades ligadas à questão animal e vegetal. Além disso,   será uma oportunidade de dar visibilidade às ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pela instituição.

“Como campus agrícola, participar desse evento é mostrar o que somos, como funcionamos depois sete anos de implantado, nossa contribuição para a educação e o desenvolvimento do estado. Somos uma instituição que respeita os arranjos produtivos locais e que dá oportunidade aos filhos de agricultores de estudar numa escola que oferece ensino de qualidade”, comentou Barros.

Um dos experimentos que estará à mostra pelos alunos do curso superior de Aquicultura será o Tubo de Venturi, que serve para calcular a velocidade da água em uma canalização. Conforme o professor de Física Edgar Bublitz Filho, sabendo a velocidade da água que passa pelo cano, pode-se determinar a vazão. “Com o conhecimento da vazão e do volume do açude, pode-se determinar o tempo necessário para enchê-lo”, comentou.

 

Rebeca Lopes
CCS/Campus Amajari
5/10/17

 

CGP