Centro Humanitário de Apoio à Mulher e Liga do Câncer dão palestra no Campus Amajari

por Rebeca publicado 06/05/2016 09h35, última modificação 09/05/2016 14h32
Em alusão ao Dia das Mães, a Liga Roraimense de Combate ao Câncer (LRCC) e o Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame) estiveram, na manhã desta quinta-feira, dia 5, no Campus Amajari do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Roraima para ministrar palestra sobre cuidados da mulher e violência doméstica.

Em alusão ao Dia das Mães, a Liga Roraimense de Combate ao Câncer (LRCC) e o Centro Humanitário de Apoio à Mulher (Chame) estiveram, na manhã desta quinta-feira, dia 5, no Campus Amajari do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Roraima para ministrar palestra sobre cuidados da mulher e violência doméstica.

O evento integrou as ações da Comissão de Qualidade de Vida do Servidor do Campus Amajari e teve como objetivo levar informações às mulheres e proporcionar um momento de sensibilização sobre temas como prevenção, cuidados, sinais de violência psicológica, doméstica, física, entre outros assuntos relacionados à saúde e à prevenção da violência.

Com um público dominante de alunas, a presidente da LRCC, Magnólia Rocha, explicou que a prevenção continua sendo o principal aliado da mulher, que é quem corre mais riscos de desenvolver o câncer de mama. “Basta ser mulher para ter o fator de risco. Para se ter uma ideia, a cada cem mulheres acometidas, apenas um homem desenvolve a doença”, destacou.

A médica comentou ainda que os índices da doença estão surgindo em mulheres cada vez mais jovens. Daí a necessidade de a mulher conhecer seu corpo e, se notar qualquer alteração  na mama ou em outra parte, procurar imediatamente um médico ou posto de saúde. O conselho deixado foi evitar procurar o balcão das farmácias para buscar solução para o problema. “O câncer, quanto mais cedo for detectado, mais chances terá de cura”, afirmou.

Do Chame, palestraram a advogada Karla Viegas e a psicóloga Lauany Leal. Um dos temas tratou dos sinais que devem ser observados para identificar os tipos de violência e suas consequências. Também anunciaram o novo serviço que o Chame está disponibilizando. “Foi lançado o Zap Chame, que é o número (95) 98805-4794, que funciona vinte quatro horas em regime de plantão, com psicóloga, advogada e assistente social, para atender às demandas”, informou Lauany.

Para Milzenir Pereira Ferreira, mãe de aluna do curso de Aquicultura, a abordagem dos temas é importante, principalmente por causa do público jovem, como as alunas. “Gostei muito das palestras, porque nem sempre a gente consegue explicar para a filha  assuntos como esses, mas ela, assistindo à palestra, aprende”, comentou.

Alunos do CAM compõem música que reflete sobre a violência doméstica

Ao final das palestras do Chame e da Liga Roraimense de Combate ao Câncer, foi apresentada uma música que trata do tema violência doméstrica  de autoria dos alunos Wanderson Gomes, Susane Sousa e Milangel Carolina, todos do Campus Amajari.

O aluno Wanderson explicou que a composição foi feita para participar, no ano passado. de um concurso nacional com essa abordagem. As estudantes falaram do drama que algumas mulheres vítimas vivem, que é sofrer caladas e ter medo de denunciar. “Mas o refrão enfatiza que a função do homem é proteger o lado frágil da mulher”, comentou Wanderson.

 

 

Rebeca Lopes

IFRR/CCS/CAM

05/5/16

 

 

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