Campus Amajari implanta Bosque dos Egressos

por Rebeca publicado 22/10/2016 12h33, última modificação 22/10/2016 12h33
Como parte da programação da segunda edição do Encontro de Egressos, o Campus Amajari do Instituto Federal de Educação de Roraima (IFRR-CAM) implantou neste sábado, 22, o Bosque dos Egressos, com o plantio de 30 mudas de frutas floríferas (ipês amarelo e roxo) e frutíferas (açaí e ata).

Como parte da programação da segunda edição do Encontro de Egressos, o Campus Amajari do Instituto Federal de Educação de Roraima (IFRR-CAM) implantou neste sábado, 22, o Bosque dos Egressos, com o plantio de 30 mudas de frutas floríferas (ipês amarelo e roxo) e frutíferas (açaí e ata).

As mudas são oriundas da Unidade de Vegetal do campus, local dos estudantes desenvolverem seus estágios e testarem experimentos de projetos de ensino, pesquisa e extensão, e que conta com o apoio do Detec (Departamento Técnico) e dos terceirizados.

Os egressos que fizeram o plantio das primeiras mudas do projeto, uma forma de oportunizar que, passado vários anos, tenham sempre algo ligando eles ao campus, e nada melhor que essa lembrança seja uma árvore. O espaço fica por trás do restaurante.

A coordenadora de Extensão do CAM, Marina Keiko, explicou que a ideia do bosque foi lançada à comissão organizadora do evento, que acatou. “As espécies escolhidas são desde floríferas até frutíferas, de modo a proporcionar uma diversificação no ambiente, que poderá ser utilizado para estudos futuramente, bem como para lazer dos discentes do CAM”, comentou.

Conforme Marina, as mudas serão futuramente expandidas, pois a intenção é que além de arborizar o espaço, esse se torne área de lazer, descanso. “Pretendemos incluir outras especiais, especialmente frutíferas, para futuramente, cedermos os frutos aos alunos, ao restaurante”, disse.

Participaram do II Encontro de Egressos, o diretor-geral do CAM, George Sterfson Barros, a pró-reitora de Extensão em exercício, Ivânia Nascimento,

 o diretor da Proex, Paulo Reinbold, pais de alunos, moradores da Vila Brasil, alunos, técnicos e professores. 

CGP